quarta-feira, Julho 27, 2005

Porque é que o Salsaparrilha faz bem à saúde?

Salsaparrilha (Smilax aspera L.)

Existem cerca de 200 espécies do género Smilax difundidas pelas regiões quentes e húmidas do globo. Algumas delas são medicinais e fazem parte das plantas exóticas importadas.
Na Europa, encontra-se esta espécie, cujo nome científico a qualifica como rude e áspera. A planta prefere o calor e geralmente prende-se às árvores e aos arbustos na região mediterrânica.
Para mais facilmente identificar, é necessário examinar o seu caule anguloso e pungente, as folhas triangulares orladas de acúleos, as flores simples que subsistem até ao mês de Outubro e as bagas vermelhas com as dimensões de uma ervilha, muito semelhantes às da groselheira.
Como os seus parentes exóticos, a salsaparrilha-bastarda possui propriedades depurativas, diuréticas e sudoríficas, porém em menor grau. No século XVI, Mattioli atribuiu-lhe uma acção anti-sifilítica que nunca foi confirmada. A raiz, branco-acinzentada, seca e moída é indicada para os asmáticos, que se sentirão confortados se a fumarem.
Componentes: Glúcidos, colina, saponósidos, tanino, sais minerais (potássio, cálcio).
Propriedades: Depurativo, diurético, sudorífico.
Indicações: Esgotamento fisíco e psíquico, fadiga.
Produtos C.H.I. com Salsaparrilha: Enérgico (Ampolas)

Sistema de Alerta : Cor de burro quando foge

Cada vez há mais fenómenos com os quais nós não sabemos e não queremos aprender a viver, e para dizer a verdade ignoramo-los com um sorriso, pois como diz o nosso velho ditado … “Coração que não vê … coração que não sente”.

O dilema que nos tem apoquentado à cerca de duas décadas para cá, após aparecerem as televisões privadas e o acesso massivo à informação, é que não nos deixam sossegados com tanta informação e ainda por cima não são boas notícias.

É certo que à boa maneira Portuguesa, o problema continua a ser dos outros, mas temos sempre que fazer os discursos e as demonstrações habituais de solidariedade e isso aborrece-nos porque durante o tempo em que preparamos e pensamos nisso, sofremos.

Continuamos a viver fechados no nosso egoísmo esboçando sorrisos necrófagos e alargando as nossas asas para defender haveres que nem sempre foram por nós conquistados. Tal e qual como os abutres.
Aquela imagem em que a fome leva uma criança, deitada num lugar qualquer lá para os lados de África, sem forças para fugir ao abutre que espera pacientemente a sua refeição.

É longe, não é meus amigos?

É tão longe que um dia qualquer talvez apareça aí um cretino qualquer que aproveite estas imagens e invente mais um Reality Show com abutres telecomandados por nós, daqueles programas que exploram as emoções humanas até à exaustão, e no fim batem todos palmas.

Uma explosão provocada por um suicida que leva em segundos o sonho mais cândido de um quarto cheio de peluches e com aquele cheiro característico de bebé que se sobrepõe durante todo o dia ao nosso desodorizante.
É longe, não é meus amigos?

“Passa aí o sal…” – diz o marido à mulher enquanto muda para outro canal, chateado por lhe estarem a interromper o jantar com estas coisas.

“Mas que raio. Porque que é que nos mostram estas coisas? Vê lá se já começou a Caras Noticias?” – pergunta a mulher.

Tão longe meus amigos … Tão longe!


A destruição provocada por catástrofes naturais cada vez mais frequentes e devastadoras à medida em que o planeta aquece, e que acontecem lá longe, naqueles países em que vemos pelas fotografias das revistas desviadas às agências de viagens.

É longe, não é meus amigos?
“Papá o que é um Tsunami?” – pergunta a criança sem tirar os olhos da televisão.

“São ondas gigantes …” diz o pai com voz trémula, revendo-se por segundos no papel daquele pai que abraça a mãe e filho inertes.

Nada como ser interrompido por uma noticia em que informa que vamos mandar um grupo de 15 homens e 5 cães para ajudar as buscas.

Que alívio que isto é para o espírito, pensa o pai. Afinal somos solidários!

Mas o pior estava para vir. Quando começaram a chegar os turistas ao aeroporto e a fazer relatos em primeira mão. Sim, os que lá estavam de férias, os mais parecidos connosco, ocidentais, alguns até tinham cabelo e pele mais clara, famílias e empregos parecidos com o nosso.

Por segundos tudo isto deixa de estar longe!

“Puxa … já viste o que é um gajo estar de férias, de papo para o ar e levar com uma onda destas?” – Diz o individuo do fundo do balcão ao empregado de um bar qualquer, lá para os lados do Algarve.

“Antão … problema dos Bifos, eles preferem ir lá para esses sítios em vez de vir para cá …” responde o empregado.

Tão longe, meus amigos … tão longe!

Esta cultura do finge que não vê, do medo de sentir e enfrentar, vai nos levar mais tarde ou mais cedo por caminhos que não estamos preparados para percorrer.

É urgente fazer querer às pessoas em Portugal, que tudo isto está muito perto e ensiná-las a enfrentar estas catástrofes e fenómenos de forma a minorar os danos.

Ainda há poucos dias, após os atentados em Londres, numa televisão portuguesa, um jornalista perguntava a um dos responsáveis pela segurança nacional :

-“A Grã-Bretanha está em estado laranja, a Espanha accionou o estado amarelo, a Itália está prestes a entrar no estado laranja … diga-nos lá por favor em que estado está Portugal?”

- “Bem …” – gaguejou o senhor de gravata – “Nós cá em Portugal não temos cores …”

Temos sim senhor, ele é que ainda não percebeu. Estamos permanentemente na CÔR DE BURRO QUANDO FOGE.

domingo, Julho 24, 2005

Caça aos PIMENTA´s

Ora aqui está o que fazia falta meus amigos. Temos que valorizar mais os bons exemplos e evoluir como sociedade, e não há nada melhor do que começar já a utilizar um novo alvo para discriminação.

Esta moda, pouco adoptada pelos Portugueses, deu resultado em alguns países da Europa, nomeadamente nos mais justos, ricos e avançados.

Pode ser utilizada por qualquer um de nós, a qualquer hora e em qualquer sítio, e o resultado em termos de sociedade é impressionante. A questão é que contraria quase em tudo, o que hoje é o comportamento social em Portugal.

Já não faz sentido olhar com ar de reprovação para indivíduos de raça, religião ou preferências sexuais diferentes da nossa. Aquele nosso olhar de soslaio, reprovador e com o consequente bichanar aos ouvidos dos vizinhos tem agora que ser direccionado para os PIMENTA´s, e olhem que os há de todas as cores, de esquerda, direita, desde católicos a muçulmanos com andar mais ou menos bamboleante.

A única dificuldade está em identificar de uma forma segura, se determinada pessoa é PIMENTA ou não. È algo que se começa a fazer de uma forma automática e intuitiva após duas ou três semanas de treino.

A palavra PIMENTA são as iniciais de um conjunto de palavras traduzidas do latim para português e que querem dizer, Pessoa Irremediavelmente Mal Educada, Narcisista e com Tacanhez Agravada.

O perfil deste tipo de pessoas confunde-se normalmente com o antigo saloio de visita à cidade, mas egoísta e com uma experiência invejável da vida urbana e em expedientes para contornar as regras sociais.

Bom, aquilo que vos posso dizer em relação ao perfil geral de um PIMENTA é que normalmente aparentam um olhar sabichão com olhos semicerrados que não nos fixam durante muito tempo, mas sempre que dizem uma coisa que consideram importante, levantam os olhos e sorriem, o resto do tempo olham para os sapatos e tiram a sujidade das unhas e por vezes cospem para o chão.

Numa apreciação superficial, confundem-se com muitos outros, muitas vezes apresentam-se de gravata e quando chegam a casa ou nas férias vestem uma camisolinha branca de alças, uns chinelos e uns calções desportivos normalmente alusivos ao futebol.

Mas como em tudo na vida, é na atitude e comportamento que encontramos os sinais mais inequívocos e irrefutáveis que passo a descrever, baseado em alguns anos de observação e experiências adquiridas por infiltrações temporárias no meio de alguns PIMENTA´s.

Estes indivíduos enquanto condutores, têm uma condução frenética, não dando passagem a nenhuma viatura ou peão, aceleram quando se aproximam das passadeiras entrando em competição directa com o peão para ver quem chega primeiro à passadeira. Alternam consecutivamente de faixa de rodagem, buzinam como se não houvesse amanhã, lançam frequentemente objectos para fora da viatura em andamento, normalmente lenços de papel, pacotes vazios e cigarros. Os mais refinados lançam de vez em quando uma cuspidela, cascas e peças de fruta meio comidas.

Alguns, a partir de uma certa faixa etária deixam de ser adeptos do Tunning e usam um colete verde fluorescente no seu banco ou no do pendura, passeando autocolantes na trazeira do carro do tipo : “Gosto de cerveja fria e mulheres quentes”.

Enquanto peões, são mais lentos. Quando vão atravessar uma passadeira para peões, e vêm que uma viatura se aproxima, desaceleram o passo e usufruem-na até ao limite, olhando cerradamente o condutor que lhes dá passagem, voltam para trás e para a frente assumindo uma posição quase de um forcado na arena, muitas vezes colocando as mãos nas ancas e ladrando um “Quê que foi ?” para o paciente condutor parado.

Nos restaurantes, mastigam de boca aberta, falam alto e colocam o toque do telemóvel no máximo. No fim da refeição ficam recostados na cadeira com o palito no canto da boca, olhando com desprezo as pessoas que esperam lugar para tomar a sua refeição.

Nos supermercados, trocam os preços dos produtos de forma a levar topo de gama com preço de promoção. Quando chegam à caixa para pagar, tentam ludibriar as pessoas alinhadas na fila. Muitas vezes ficam a tomar conta do lugar na fila com o carrinho vazio, enquanto a mulher percorre os corredores desenfreadamente, descarregando as compras enquanto o carrinho vai subindo de posição na fila.

Quando as filas são muito grandes, dirigem-se para as caixas reservadas para grávidas e deficientes. Quando confrontados pela empregada, mudam-se para a caixa de 10 unidades com o carro a abarrotar.

Pagam o mais tarde possível, e no que respeita a coimas ou impostos estudam e informam-se exaustivamente até encontrar uma forma, legítima ou ilegítima de não efectuar o pagamento.

Quando são alvo de algum contratempo na sua vida social, esbracejam freneticamente, gritam afincadamente que pagam os seus impostos, identificam de imediato os culpados classificando tudo á sua volta como incompetente, passando de imediato a não tolerar o erro.

Estas são as características mais frequentes de um PIMENTA. Existem outras que eu me abstenho de enumerar, no entanto permitam-me um conselho que penso ser a melhor forma para quem se inicia na identificação de PIMENTA´s:

- Tenham atenção a todos os indivíduos que falam frequentemente dos seus
direitos e não dizem uma palavra em relação aos seus deveres como cidadão.

Esta é uma boa maneira de começar.

Se por acaso, você se revê em alguma das características anteriormente enumeradas e ficar preocupado com isso, não é certamente um PIMENTA.

Se não se preocupar minimamente por apresentar alguma dessas “qualidades”, tenha atenção, você é um PIMENTA e a melhor maneira de lixar os outros é mudar, pois ninguém acredita que consiga.

quinta-feira, Junho 30, 2005

Tive um sonho!

Tive um sonho. Não sei durante quanto tempo durou, o facto é que deu tempo para pôr algumas coisas em ordem no nosso país.

Tenho pena de não ter acordado mais tarde, talvez resolvesse o lapso do orçamento rectificativo, ou até mesmo o problema do défice.

Mas já não foi mau, o problema dos fogos florestais desapareceu com a implementação de uma lei que garantia uma quantidade de recursos materiais e humanos para fazer face a este combate permanente e desigual.

A lei dos “Polibombeiros” como foi denominada, era aplicada através de uma escala nacional, onde todos os cidadãos desocupados ou em estado de menos produtividade para a nação, estavam obrigados a registarem-se por concelho, e assim disponibilizarem-se para desempenharem tarefas de combate aos incêndios florestais.

Esta lei obrigou a uma melhor gestão de todos recursos existentes, direccionando-os para uma das mais urgentes missões da nação.

Após seis meses, emergiram verdadeiros heróis, pessoas anónimas e conhecidas, que na sua actividade anterior não acrescentavam real valor ao país e agora a nação devia-lhes um verdadeiro reconhecimento.

Não havia cá “importâncias”. Havia desempregados, gestores, militares, reclusos e delinquentes misturados com políticos e alguns comentadores de televisão. Estes últimos preferencialmente, eram escalados para o trabalho de prevenção, olhando tudo o que os rodeava lá de cima das torres de vigia, espalhando as noticias rapidamente, fazendo assim com que o fogo tivesse as horas contadas, mas quando a situação apertava, agarravam-se às mangueiras como todos os outros.

Os gestores preferencialmente coordenavam as actividades no terreno, sempre agarrados aos seus walkie-talkies e supervisionados por bombeiros profissionais para colmatar alguma inexperiência. Estavam ainda incumbidos da dura tarefa de fornecer noticias para o exterior do campo de operações através da comunicação social.

A comunicação social enquanto não tinha o trabalho normal de preparação das notícias, colocava ao serviço das operações os seus helicópteros, e dizia sempre com verdade e sem recorrer a outras fontes no terreno, onde se encontravam as frentes do fogo.

Os delinquentes fazendo uso da excelente técnica do arrastão, passavam em bando nas zonas da floresta ainda por arder, e limpavam todo o lixo e entulho espalhado.

Os militares enquanto não estavam em teatro de guerra, patrulhavam toda a área da floresta nacional. A infantaria palmilhava o terreno difícil com os seus blindados, a força aérea patrulhava os céus, abatendo por vezes algumas avionetas que largavam pára-quedas incendiários e a marinha disponibilizava e geria a água para o teatro de operações.

Os políticos, esses estavam em todo o lado, na frente do fogo ou na retaguarda, estabelecendo estratégias e planos de intervenção de forma a eliminar o inimigo comum.

Todos tinham um papel importante e sentiam-se úteis, experimentando uma sensação nova e nobre.

Era fantástico ver que a solidariedade que normalmente demonstrámos para outros povos, estava agora a ser verdadeiramente praticada internamente, ver os rostos cansados e emocionados enquanto se abraçavam comemorando mais a um incêndio extinto.


Como vocês sabem nos sonhos muitas vezes aparecem imagens difusas, e as que me atravessaram o sono em certas alturas também o foram, contudo consegui reconhecer algumas personalidades entre as chamas, agarrados às mangueiras com um ar cansado mas muito determinado.

Ainda me lembro de ouvir uma conversa entre dois Polibombeiros enquanto descansavam encostados à roda do carro dos bombeiros. Pareciam exaustos mas satisfeitos, completamente mascarrados do negro do fumo.

- “Parece estar controlado hem carago?” – Perguntava o mais moreno que incrivelmente ainda conservava o penteado de tal maneira intacto que parecia que usava capachinho.

- “Agora sim …” – Dizia o outro enquanto acendia um charuto e afagava o bigode sujo!

Fixaram-se por alguns segundos até que o penteadinho perguntou - “Tenho a impressão que o conheço de qualquer lado carago!”

- “É engraçado que eu tenho a mesma sensação … o que é que você fazia antes de vir para aqui? – perguntou o do charuto.

O outro pareceu um pouco intimidado mas lá respondeu -- “Ó carago … meu amigo, eu já fui Presidente da Câmara e Ministro”

- “Mas que grande coincidência caraças. Não é que eu também já fui essas duas coisas?” – saltou o Polibombeiro do charuto. – “Talvez a gente se conheça dessas lides …” – completou.

- “Velhos tempos … ainda me lembro do cheiro do Rio Douro ao entardecer” – suspirou o penteadinho com nostalgia.

- “Ó, Ó, E eu ainda me lembro do pôr do sol sobre o S.Julião da Barra …” contrapôs o do charuto. – “Esta noite tive um sonho” disse enquanto olhava o fumo dissipando-se no ar. - “Sonhei que tinha concorrido e ganho outra vez a eleição para Presidente da Câmara, contra tudo e contra todos” – Disse o do charuto.

O penteadinho olhou-o intrigado e disse : - “Ó carago, eu também sonhei, vê lá tu que sonhei que era Administrador de uma grande empresa nacional”.

“Pois é … só alguns sonhos se tornam realidade …” – disse o outro enquanto apagava o charuto.

E com muita pena minha meus amigos, foi nesta altura que bati com a mão na mesa de cabeceira e acordei.

Ainda hoje tento associar os nomes aquelas personagens difusas que se bateram corajosamente contra o fogo e também sonhavam, tal como eu.

quarta-feira, Junho 22, 2005

Arrastão nos Açores


Depois dos arrastões à Praia de Carcavelos, Quarteira e ao comboio da linha de Sintra, os Açores foram ontem a vitima escolhida para este novo fenómeno em Portugal.

Ao contrário dos arrastões anteriores, o seu autor foi prontamente identificado, mas segundo parece, até ao momento ainda anda a monte.








Maria de Lurdes Reis Rodrigues, nascida em Lisboa, a 19 de Março de 1956, doutorada em Sociologia no ISCTE em 1996 e licenciada igualmente no ISCTE em 1984 e actual Ministra da Educação, passou ontem a correr no sentido das Flores para Santa Maria, levando consigo os pertences mais valiosos de todos os habitantes da República Portuguesa.

Mesmo antes de ser detida, já se discute qual o sistema judicial pelo qual irá ser julgada, se pelo de Lisboa, Porto ou Açores.

Eu pessoalmente acho que o sistema adequado para esta Senhora, era o da Albânia.

domingo, Junho 12, 2005

A taste of Spain

Estava ontem sentado no sofá de minha casa a ver televisão, onde noticiavam o lançamento de um novo vinho português para o mercado Inglês.

Eis o novo sabor do Mateus Rose Tempranillo, agora mais doce e com menos gás, mesmo ao jeito dos ingleses cujo a libertação de gazes em público não é algo reprovável na lides sociais. É antes visto como uma atitude reconfortante, comparável ao coçar dos “tomates” cá em Portugal.

Bem, mas estava eu a ouvir a noticia, e como Português que sou, comecei a ter uma sensação de orgulho à medida que o repórter ia falando … “Nestas iniciativas se vê o prestigio dos vinhos nacionais … Blá blá blá”. Quando de repente, num subtil zoom feito pelo operador de câmara ao novo rótulo da garrafa, vejo em letra estilizada e em inglês a seguinte frase :

“A TASTE OF SPAIN”

Oxalá que este vinho não tire os gazes aos Ingleses, e que estes sejam de tal maneira que provoquem uma nuvem gigante desde o Picadilly até ao Palácio Real, obrigando a Elisabeth a telefonar ao Juan a perguntar como foi feito o vinho.

Estou mesmo a ver a resposta do Juan : “Lo vino es de nosotros, lo Gas es de los Portugueses …”

Estamos lixados de qualquer maneira meus amigos.